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2010
– O CLÍMAX DO CLIMA
CARDINAL (Palestra
no evento do SINARJ: Previsões 2010 - Períodos Marcantes em
09/01/2010) Celisa
Beranger
Comentário Antes
de abordar 2010 quero comentar a respeito do que considero a grande
surpresa do ano de 2009. A rápida recuperação dos mercados
financeiros enquanto a economia recupera-se lentamente e o
endividamento dos governos aumenta. Eis aqui as explicações técnicas
que encontrei. Na
verdade as maiores altas ocorreram nos países emergentes, com
destaque para o Brasil. Os
países emergentes foram ajudados por seus mercados internos, e no
caso do Brasil, a Bovespa foi favorecida pela nova alta das matérias
primas em 2009, puxada pela volta da China às compras, que
também levou à valorização do real, correlacionado ao valor
das matérias-primas. Portanto, como prometeu a um ano em Davos o
primeiro ministro chinês, de certa maneira, seu país
ajudou a puxar a economia mundial. Contudo,
com relação às possibilidades do mercado financeiro para
2010 as opiniões dos economistas brasileiros divergem. Uns
acham que, especialmente no que se refere ao Brasil, há uma bolha porque o país tem sido o maior alvo de recursos e especulações e
uma queda de até 19% seria um ajuste ao seu valor histórico. Outros
consideram que não há bolha “ de jeito nenhum” e a bolsa
ainda pode subir até 19%. Henrique
Meireles, presidente do Banco Central, fez uma sábia observação em
28 de novembro, dia
seguinte da queda das bolsas mundiais em função da concordata da
empresa financeira de Dubai . Cuidado com a
euforia exagerada porque ainda estamos vulneráveis a oscilações. Quando
Meireles fez este comentário a conjunção Júpiter/Netuno ainda
estava em forte evidência, mas agora
ela está no final de sua separação e me parece que estamos
começando a tomar conhecimento das condições reais da economia.
Pelo menos em termos de Brasil nesta semana foram divulgados dois
fatos relevantes: Apesar
de ter sido incluída ontem uma venda de 2007 foi grande a queda nas
exportações. A maior perda foi nas exportações para os
Estados Unidos e
a China passou a ser nosso maior cliente. Imediatamente o
governo propôs medidas para melhorar as exportações e elas podem ser
bem sucedidas em função do Mapa do Ingresso do Sol em Áries (
20/03/2010 – 14:32 –Brasília).
Marte
está próximo ao Ascendente e isto indica vigor, atividade e
competitividade favorecendo também a produção industrial.
Além do mais, Plutão continuará o sextil ao Marte natal na
casa 9 do mapa da Independência
(07/09/1822 -16:08 – Brasília), e isto favorece a renovação da
atividade industrial e também
da exportação.
A
segunda notícia foi o
recorde no
pagamento do seguro desemprego, que provocou o primeiro rombo,
1 bilhão e 800 milhões, no
Fundo de Amparo ao Trabalhador. Foram 7 milhões e 700 mil
trabalhadores que recorreram ao seguro em 2009. Clímax
do clima cardinal Inaugurado
com a entrada de Plutão em Capricórnio, ele já tem a companhia de Saturno
em Libra, agora será a entrada de Urano em Áries, acompanhado por Júpiter,
que formará a quadratura T que promoverá o clímax cardinal de 2010.
Este clímax reforça a indicação de mudança de padrão e de virada
marcante na consciência da humanidade e no rumo da atividade humana,
em função da presença de três
planetas lentos em signos cardinais, que constituem o clima cardinal.
Mas
este clímax também é um tempo de crises
políticas, sociais e econômicas, de confrontos e antagonismos, que
ameaçam o mundo com uma grande perturbação. De
qualquer forma, em função da ênfase nos signos cardinais é um
tempo de ação. De agir sobre o que foi considerado antes
que os acontecimentos forcem a ação. Na
verdade, a nova década que está começando poderá depender dos
acontecimentos deste ano e das políticas
que serão adotadas. Eclipses
atuais Contudo,
para ressaltar os períodos marcantes, que é o tema do evento, antes
de desenvolver o clímax é preciso considerar que estamos em tempos
de eclipses que enfatizam a quadratura Saturno - Plutão. Após
o eclipse parcial da Lua de 31 de dezembro no grau 10 de Câncer estamos
sob a atuação do eclipse anular do Sol, no próximo dia 15, no grau
25 de Capricórnio (15/01/2010 – 05:08 – Brasília).
O
mapa do eclipse para o
Brasil apresenta Urano no Fundo do Céu, que é dado à revolta contra
o governo, mudanças climáticas e abalos repentinos no solo. Sem dúvida,
a presença angular da quadratura Saturno/Plutão mobilizada por Mercúrio
acentua a possibilidade de dificuldades para o governo, más notícias
e também problemas geológicos que afetam o povo.
Com
relação às dificuldades do governo o eclipse da Lua já havia
apontado isto por fazer oposição
ao Sol do Mapa do governo Lula (01/01/2006). Estamos
vendo as reações ao Programa de Direitos Humanos, especialmente por
parte dos militares, das instituições de comunicação e do agronegócio. O
eclipse do Sol é visível
em boa parte do continente africano, na Índia, Sirilanka, Camboja,
Mianmar, Tailândia, Vietnã e China. Por falar em África ontem, em
Cabinda, aconteceu um atentado contra a equipe de futebol do Togo a
caminho da Copa Africana de Futebol. Quadratura T - entre abril e setembro de 2010.
Utilizo
como parâmetro para o ponto culminante do clímax cardinal
a data de 31/07/2010, porque entre 29 de julho e 05 de agosto
Marte também participa da quadratura T.
Quadratura
T A
figura é constituída por 6
ciclos principais: Quadratura
Saturno/Plutão – 31/01 e 21/08 Oposição
Saturno/Urano – 26/04 e 26/07 Conjunção
Júpiter /Urano – 23/05 e 16/08 Oposição
Júpiter/Saturno – 08/06 e 18/09 (o último em 04/01/2011) Quadratura
Júpiter/Plutão – 24/07 e 03/08 Quadratura
Urano/Plutão – aproximação No
parâmetro que estamos adotando estão acrescidos 4
ciclos rápidos de Marte: com Urano, Saturno, Júpiter e Plutão. Repetidas
vezes tenho afirmado que é um grande desafio prever o que
este conjunto de dissonâncias trará. São
muitas as possibilidades e o que poderá ocorrer também dependerá
das medidas que serão adotadas em função das tensões que deverão
surgir. A
presença de Plutão no ponto focal da quadratura T enfatiza a importância
de seus significados obrigando a tomada de consciência da necessidade
de promover mudanças fundamentais em diversos aspectos da atividade
humana. Entretanto,
cada um dos 6 ciclos planetários que estarão se desenvolvendo
durante o ano descreve um componente e contribui para a
complexidade da figura. Além do mais, neste
ano teremos diversas mudanças
de signo e elas alteram o
direcionamento dos significados dos planetas. Vamos
abordar rapidamente cada ciclo na ordem de sua participação. Quadratura
Saturno/Plutão O
primeiro aspecto exato ocorreu em 15 de novembro mas, ela
continua mobilizada porque está presente nos eclipses do Sol e
da Lua e o segundo aspecto exato ocorrerá em 31 de janeiro. Por
si só esta quadratura já constitui um contexto difícil porque é
dada a extremos e, além do mais, ninguém poderá esquecer a oposição
de 2001 e a queda das torres gêmeas. Em
seu primeiro aspecto exato
a quadratura trouxe a tona o perigo que pode ser causado pelo aumento
do endividamento dos governos. No
discurso de 18/11 o Presidente Obama
reconheceu que
enfrenta a delicada tarefa de tentar impulsionar a economia e o
mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, reduzir o déficit público. Se
a dívida do governo aumentar demais pode levar a economia de volta à
recessão, que os analistas chamam de recessão em W. Começa a
recuperar-se e volta a afundar. Déficit
público também foi o principal enfoque do tradicional discurso da
rainha da Inglaterra na abertura do
ano parlamentar.
Na União Européia o problema de endividamento muito alto está
no chamado grupo “pigs”:
Grécia, Espanha, Itália
e Portugal.
Aliás,
no Brasil, a dívida pública
também vem aumentando, em 2009 pulamos de 39 para 45% do PIB e a dívida
continuará subindo. Por exemplo, com relação aos servidores públicos
o pagamento praticamente dobrou nos últimos dois anos. Em 2009 foram
criados 31.400 cargos públicos e para 2010 o orçamento
autoriza a criação de mais 76.900 cargos.
Na Argentina está
instaurada uma crise entre a Presidente
do país e do Banco Central porque este não concorda com a liberação
de recursos do Fundo de Reservas para cobertura do déficit público.
No
recém lançado livro “O Terremoto Financeiro”, Norman
Gall aponta para a preocupação crescente
com relação à solvência do Estado como instituição porque
as crises provocam queda nas receitas dos governos e grandes aumentos
na dívida pública durante os três anos após o surgimento dos
problemas. No
prefácio Armínio Fraga, presidente do Conselho da BM & FBovespa
escreveu: “
Até o momento, tudo indica que
o objetivo de se evitar uma depressão foi atingido. O que ainda não
está claro diz respeito à extensão das
sequelas
deste exercício.
Hoje, pela primeira vez em décadas, as principais economias do mundo
têm que lidar com riscos significativos oriundos do crescimento
explosivo de suas dívidas públicas”. Sem
dúvida, endividamento é uma das questões que deverá marcar 2010, não
apenas no âmbito dos governos, mas também
no contexto empresarial e até individual. Outra
questão do ciclo Saturno-Plutão é a exacerbação da intolerância
e do fanatismo, ocasionando problemas referentes a fronteiras e
confrontos muito duros que podem chegar a conflitos armados. Este é
um grande perigo em 2010. Um
exemplo foi o ataque aos garimpeiros brasileiros por parte dos
quilombolas no Suriname em 24 de dezembro. E ontem, em Cabinda,
aconteceu o atentado por parte dos separatistas contra a equipe de
futebol do Togo a caminho da Copa Africana. Mas
existem países que são realmente preocupantes. Irã e Coréia do
Norte por seus
posicionamentos rígidos com relação a questões nucleares. Além do
mais, estes dois países possuem posições
ativadas pelas tensões do ano. O Irã (01/02/1979 - 09:00
-Teerã) tem a Lua em 6° de Áries e já começou a
ser ativada por Plutão. Em novembro este país reafirmou sua
liberdade em termos das questões nucleares e fez diversos exercícios
de guerra divulgando que facilmente poderá derrubar os principais mísseis
de Israel, mas se isto acontecer Israel (14/05/1948 - 14:32 -
Telaviv), que tem Vênus em 4º de Câncer, não assistirá
passivamente aos movimentos do Irã. A
Coréia do Norte (10/09/1948 -12:00 - Pyongyang) tem Urano a 0° de Câncer
e os testes que fez com seus mísseis em 2009 assustaram o mundo. A
China (01/10/1949 - 15:15 - Pequim), independente do mapa reverbera
com o ciclo Saturno - Plutão, além do mais o mapa apresenta Urano a
4º 58’ de Câncer e o Sol a 7° de Libra, portanto Plutão
já começou a ativar a
quadratura natal. A tensão poderá levar o
país a uma crise interna do regime, com tendência ao endurecimento,
ou a uma tensão diplomática com outro país. A primeira tensão
aconteceu em 29/12 devido à aplicação da pena de morte a um
inglês de origem paquistanesa, quando a Inglaterra
exigiu explicações. Também o Afeganistão (17/07/1973 - 00:00 - Kabul) é preocupante. O país tem Plutão em 2º de Libra em quadratura a Saturno em 28º de Gêmeos, portanto a oposição Saturno/Urano de 26 de abril atua exatamente sobre Saturno e depois as tensões da quadratura T sobre Plutão.
E
ainda o Paquistão (15/08/1947 - 00:00 - Karachi), com Marte a 0º
35’ de Câncer, que acaba se sofrer um forte ataque terrorista por
parte do Afeganistão. Na verdade tanto Paquistão como Índia
reverberam com o ciclo porque foram constituídos na conjunção de
1947. Já
havíamos chamado a atenção para a possibilidade da ampliação do
terrorismo internacional, que foi
o marco da oposição de 2001. Tivemos uma pequena amostra na
felizmente mal sucedida tentativa no avião da Delta em 25/12. Até
agora os Estados Unidos, que comprovaram a falha ocorrida na permissão
de embarque do nigeriano, vem tomando medidas de segurança para
aumentar o controle nos aeroportos. Vamos recordar que a atual
quadratura recaiu sobre a conjunção Vênus a 3º e Júpiter a
5º de Câncer do Mapa dos Estados Unidos que utilizamos
(04/07/1776 -17:10 - Filadélfia). A
presença de Plutão, enfatizado como focal na figura da quadratura T,
indica que outra questão
relevante poderá ser
a concentração de poder nas mãos de poucos e o aumento de
controle dos cidadãos por parte dos governos. A justiça, que Saturno
em Libra poderia promover, no contexto da tensão pode ser utilizada
para eliminar quem for visto como inimigo. Porém,
quando Urano entrar no circuito apoiado
por Júpiter, as imposições
não serão facilmente aceitas e as tensões virão para forçar as
mudanças. E aí podem
ocasionar golpes de estado e derrubada de governantes pela força. Outra
questão do ciclo Saturno/Plutão é a ênfase
na constatação da falta de recursos e a preocupação com os
problemas climáticos. Mas quanto a isto estamos vendo o aumento da mobilização
coletiva. Finalmente
o ciclo acentua problemas geológicos, como tremores, terremotos, erupções
vulcânicas etc.. Desde o final do ano vem ocorrendo tremores e terremotos
em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil, felizmente baixos
na escala Richter, mas a qualquer momento podemos ser surpreendidos
por um de grande magnitude porque lamentavelmente a participação de
Urano aumenta a
possibilidade de problemas. Oposição
Saturno/Urano Ameaça
a estabilidade através de crises
repentinas, políticas, sociais, econômicas,
climáticas e geológicas. O
ciclo será fortalecido
pela retrogradação de Saturno, em 13 de janeiro. Depois será
ativado pela Lua Nova de 15 de março em conjunção a Urano, após
por Júpiter em junho e
por Marte do final de julho ao começo de agosto. Os
grandes sustos da terceira oposição, ativada pela Lua Nova de
setembro, se concentraram nos problemas climáticos, terremotos
e até tsunami, mas estes problemas continuam acontecendo. Desde
dezembro muito frio e nevascas não vistas há muitos anos na Europa,
Estados Unidos e agora também na Ásia. No hemisfério Sul muito
calor e temporais que
promovem inundações e desabamentos. Sem dúvida, a presença da
quadratura Saturno/Plutão, dada aos extremos em todos os sentidos,
enfatiza estas condições. Outra
questão desta oposição é a tendência para acidentes. Vêm
ocorrendo diversos acidentes marítimos,
problemas com o trem sob o canal da Mancha e os acidentes de
avião que parecem estar recomeçando. Quanto aos aviões, os
problemas também têm sido relativos à restrição de decolagens por
causa da neve. Outro
enfoque da oposição são os protestos contra a ordem estabelecida
que não atenda ou suprima os direitos de massa ou de uma minoria. O
fraco resultado da Conferência das Nações Unidas para Mudança Climática
gerou grandes protestos na Dinamarca. Nos últimos dias de 2009 novos
protestos contra o governo do Irã nas homenagens pelo falecimento do
líder espiritual (aiatolá Montazeri) dos protestos de junho, contra
as fraudes nas eleições. Nos
Estados Unidos os homossexuais protestam contra Obama que não está
dando a devida atenção aos seus problemas. Dificuldades
e quebras em instituições financeiras e grandes empresas. O
ciclo é fortemente ligado à economia, em especial à americana
que como sabemos continua com problemas. Mas também seu parceiro
comercial, a Inglaterra, não vai nada bem.
A
concordata da CIT americana em 30 de outubro e a ameaça
de Dubai em 28 de novembro ocasionaram quedas
nas bolsas. Cautela com relação ao mercado financeiro é aconselhável. Uma
grande companhia de aviação, Japan Airlines a maior da Ásia, ameaçada de
falência teve que
receber a ajuda do governo para manter-se.
Em
função da conjugação com o ciclo Saturno/Plutão, que
enfoca endividamento, e da participação de Júpiter existe a
possibilidade de outro
sobressalto na economia e nos mercados, ou ele aparecerá em termos de
um conflito armado. Sem
dúvida o Urano da Coréia a 0º de Câncer assusta,
pois a última oposição, em 26 de julho, em 0º de Libra/Áries,
que será mobilizada por Marte faz quadratura a ele. Mas
não podemos deixar de lembrar que
esta última oposição faz quadratura ao Plutão do Mapa do
Brasil, portanto algo deve sobrar para nós. Contudo,
como no sentido positivo o ciclo promove potencial para soluções rápidas
e inovadoras, e foram elas que possibilitaram a melhor condução da
crise, podemos esperar que no caso de um sobressalto a atuação rápida
e firme conduza a questão a uma boa solução. Oposição
Júpiter/Saturno. Geradora
de perturbações sociais e desordens, ruptura de alianças e
tratados, problemas econômicos e quedas nas bolsas. Este
ciclo costuma reverberar fortemente na Europa, mas o atual também tem
relação com os Estados Unidos, porque a conjunção de maio de 2000
se localizou no Meio do Céu de Washington. Agora a oposição de 2010
irá localizar-se sobre o eixo Meio do Céu - Fundo do Céu natal. Quanto
a União Européia, nos aspectos tensos anteriores o euro sempre
perdeu valor. Mas
a questão maior agora deve ser outra. A conjugação da oposição Júpiter/Saturno
com Urano e Plutão, pode indicar um problema no interior da
comunidade. Por exemplo, o dilema do como tratar os membros do bloco
em dificuldades, como é o caso do já citado grupo dos “pigs”,
com endividamento muito alto, especialmente a Grécia com 125% do PIB
e sérios problemas estruturais. Sem dúvida, o peso da Grécia no
grupo é pequeno, mas se não houver ajuda há a ameaça de criar-se
uma crise de confiança com os bancos retirando seus recursos do país,
mas se houver ajuda ela terá que ser estendida a outros países. Ou a
questão poderá ser um
conflito de interesses com os Estados Unidos, também mobilizados pela
oposição. Conjunção
Júpiter/ Urano. Em
27 de maio Urano entra em Áries e em 6 de junho Júpiter o segue,
permanecendo no signo até 14 de agosto, quando Urano volta a Peixes e
Júpiter o segue em 09 de setembro. A conjunção visa
o progresso através de audácia, sendo em Áries de modo pioneiro,
intempestivo e muito arriscado. Em
termos econômicos incentiva a especulação e o risco. Sob
condições de crise esta conjunção é
explosiva e o que for inevitável não poderá ser postergado.
Seja em termos políticos, econômicos ou de dura confrontação. A
conjunção de 8 de junho
fará quadratura ao Urano da Coréia do Norte e conjunção ao Plutão
do do Brasil, portanto poderemos entrar em algum tipo de risco. Contudo,
Saturno está em oposição em Libra, e cobrará a medida da
realidade, mas isto poderá aumentar a tensão. Durante
o período da conjunção, entre o
final de maio e o final de junho, e depois nos dias em que
Marte também estiver
envolvido, o mundo estará mais sujeito
a sobressaltos. Quadratura
Júpiter/Plutão Que
também será mobilizada por Marte, promove a exacerbação de poder,
mas também leva à sua
contestação. Quadratura
Urano – Plutão Os
aspectos exatos, 07, só ocorrerão entre 2012 e 2015, mas Júpiter em
conjunção a Urano e quadratura a Plutão a promove. Os
aspectos desarmônicos deste ciclo indicam obstáculos ao progresso e
mudança repentina de condições rígidas ou ultrapassadas, mas ressalta
o
perigo das armas de destruição. De
qualquer forma, podemos lembrar que o Brasil possui a quadratura
Urano/Plutão no Mapa da Independência, e na aproximação da nova
quadratura os papéis estarão invertidos.
Plutão transita sobre Urano natal na casa 11, que já trouxe
e continuará a trazer à tona os
problemas do Congresso Nacional (e agora também a ameaça à
constituição do Programa Nacional de Direitos Humanos). Entre abril
e agosto, Urano transitará sobre Plutão na casa 2, portanto
poderemos passar por alguma mudança repentina de condições. De
modo mais ameno o ciclo Urano / Plutão reverbera nos computadores
porque os pessoais foram criados na conjunção da década de 60 em
Virgem. A questão vírus apareceu na semi-quadratura do ciclo, e na
nova etapa pode surgir algum novo
problema. No
meio do ano, o ingresso do Sol em
Câncer e os eclipses promovem a quadratura T . Observem que sempre
que o Sol passa pelas configurações ele as mobiliza. O
mapa do Solstício de Câncer
para o Brasil (21/06/2010 – 08:30 – Brasília) apresenta o Sol na
casa 12 em quadratura à conjunção
Júpiter / Urano e também a Saturno, este contexto não
favorece o país e seu prestígio. O
Eclipse Parcial da Lua
(26/06/2010 – 08:40 –Brasília) no grau
4 de Capricórnio apresenta
um grande quadrado fechado pelo Sol com a quadratura T e Plutão está
em conjunção exata com a Lua no grau do eclipse. O
Eclipse Total do Sol (11/07/2010-
16:36 – Brasília) é no grau 19 de Câncer. Apesar de não ter
envolvimento com os luminares a quadratura T está presente no mapa do
eclipse. Para
o Brasil o mapa apresenta a quadratura T angular. Saturno no Meio do Céu,
Plutão no Ascendente e Urano e Júpiter na casa 4. Este contexto
aponta para dificuldades e
contrariedades à ação do governo, mudanças inesperadas e tendências
a contestação e revolta.
Indica também mudanças climáticas. A presença do eclipse na casa 7
aponta para mudança de orientação na política relativa ao
estrangeiro visando promover
acordos. O
eclipse total será
parcialmente visível em parte da America do Sul, mas não no
Brasil. Sem
dúvida, a passagem de Marte sobre a quadratura T, que ocorre pouco
depois do eclipse do Sol, entre 28
de julho e 05 de agosto, irá ativá-la. O
próximo período importante é setembro, quando ocorre uma nova
conjunção Júpiter/Urano, no dia 18, reforçada pelo Equinócio de
Libra (23/09/2010 - 00:10-
Brasília) ocorre em uma
Lua Cheia. Este
Equinócio é especialmente importante para o Brasil porque antecede
as eleições. A conjunção Júpiter / Urano está no Meio do Céu em
oposição ao Sol no Fundo do Céu.
Plutão na casa 7 está em quadratura com a oposição. A
indicação é de reviravoltas políticas. O Sol no Fundo do Céu não
favorece o governo. A posição de Plutão
na casa 7 indica conflitos e situações graves ou poderá
apresentar-se uma importante tensão diplomática com outro país. Aliás,
o mapa do Equinócio de Áries, com Mercúrio na casa 9 em quadratura
ao Plutão na casa 6, já
apresenta a possibilidade de envolvimento em uma nova polêmica internacional. O
último aspecto importante será a última
conjunção Júpiter/ Urano, mas a exatidão será em 4 de janeiro de
2011, que é o dia de um eclipse
parcial do Sol. Para o Brasil o eclipse aparece no Ascendente em
quadratura a Saturno na casa 10, portanto o país estará em foco, mas
ele não deve ser bom, porém esta
será outra história. Individualmente Para
finalizar, como tenho feito nos últimos anos, apresento algumas
indicações para que individualmente possamos nos posicionar melhor
frente à Quadratura T que o céu nos impinge. A
ativação dos signos cardinais
indica que é necessário agir sobre o que foi pensado, planejado ou
prometido. Os
tempos são de mudança de
padrão e o futuro deve ser enfocado com abertura para o novo. De
qualquer forma, especialmente sob condições de crise, as soluções
devem ser rápidas, criativas e inovadoras. É
necessária a conscientização da importância da responsabilidade e
da participação, tanto nas questões sociais como nas
relativas ao meio ambiente. O
consumo deve acontecer de modo
consciente e sem excessos, porque no individual há tendência
tanto para risco como para
endividamento. Além
do mais, na medida do possível, ele deve ser ecologicamente correto,
privilegiando o que não prejudica o meio ambiente. Observação: Sugiro a leitura dos artigos: “O Clímax da Crise Mundial” e “Os Desafios e Mudanças de Plutão em Capricórnio”.
Proibida
a reprodução parcial ou total deste artigo.
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